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Às vezes carregamos histórias que não são apenas nossas. Mas podemos escolher como seguirmos em frente.

  • Foto do escritor: minakanashiro
    minakanashiro
  • 9 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 21 de jul. de 2025

Você já se pegou reagindo de forma exagerada a certas situações? Perde a paciência com frequência, sente uma ansiedade constante ou carrega uma sensação de peso no peito sem entender bem o porquê?

Nem sempre esses sentimentos têm origem apenas nas experiências da nossa vida atual. É possível que eles estejam conectados a histórias não resolvidas do nosso sistema familiar.

Experiências delicadas como vícios, segredos, perdas, silêncios ou traumas podem atravessar gerações. Mesmo sem sabermos exatamente o que aconteceu, essas memórias não ditas podem se manifestar através de bloqueios emocionais, dificuldades nos relacionamentos ou problemas repetitivos na vida profissional.

Imagine, por exemplo, um avô que enfrentou a dor de uma guerra, ou uma bisavó que perdeu um filho e nunca pôde falar sobre isso. Essas vivências não elaboradas podem influenciar padrões atuais de um dos membros da família como compulsões, comportamentos autossabotadores, gastos impulsivos, ou um sentimento constante de inadequação. O que não foi acolhido ou nomeado no passado, muitas vezes se expressa no presente.

A boa notícia é que isso não define quem você é e  é um recurso importante que aponta onde deve ser trabalhado.


Reconhecer para transformar

Olhar para a própria história com respeito e coragem é um ato profundo de cuidado. Entender o que pertence a você e o que talvez venha de antes, pode abrir caminhos para escolhas mais livres e conscientes.

A terapia sistêmica e a constelação familiar oferecem um espaço seguro para fazer esse movimento. Ao reconhecer as dores, os esforços e as dinâmicas dos nossos antepassados, temos uma oportunidade de dissolver, gradativamente, padrões inconscientes que não nos servem mais, e criamos a possibilidade de uma vida mais leve, fluida e conectada com o presente.

Muitas pessoas relatam, após esse trabalho, mudanças sutis e significativas: mais clareza nas decisões, novas oportunidades, relações mais saudáveis, e até mesmo um sentimento de paz interior que antes parecia impossível.


Como começar esse contato com seus antepassados?

Não existe uma única forma certa. Às vezes, tudo começa com um simples pensamento de gratidão. Um gesto silencioso de reconhecimento. A disposição de olhar com mais gentileza para o caminho que veio antes de você.

Se você sente esse chamado, talvez este seja o momento de iniciar uma nova jornada com mais consciência, pertencimento e liberdade.


Pronto(a) para dar o primeiro passo?

Se você sente que chegou o momento de olhar com mais atenção e cuidado para a sua história, estou aqui para te acompanhar nesse processo.

Você pode começar com uma conversa gratuita de 15 minutos, onde podemos esclarecer dúvidas e entender se a terapia sistêmica faz sentido para você neste momento.

Ou, se já sente que quer mergulhar mais profundamente, é possível agendar diretamente uma sessão individual.


 
 
 

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