Como saber se o terapeuta é confiável?
- minakanashiro
- 9 de mar. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 21 de jul. de 2025
Nos últimos anos, temos visto um verdadeiro crescimento no número de profissionais que se dedicam às constelações familiares. Além de alguns grupos e associações oficiais no mundo inteiro, é quase impossível estimar quantos terapeutas focados em constelação familiar atuam hoje no mercado. Isso porque, muitas vezes, a constelação se integra a outras técnicas de cuidado mental e emocional, dando origem a diferentes estilos e abordagens, como trabalhos realizados com cavalos, na água, entre outros. As áreas de aplicação também se ampliaram, alcançando campos como a advocacia e as mediações familiares.
Diante de tantas opções, é natural que surja a dúvida: como escolher o profissional certo? Como saber em quem confiar e ter a certeza de que receberemos um atendimento de qualidade?
Assim como acontece quando buscamos um profissional de saúde ou bem-estar, o ideal é começar pedindo recomendações à pessoas de confiança, como familiares, amigos ou colegas. Além disso, pesquise na internet, visite o site ou as redes sociais do profissional e observe como ele/a se apresenta.
Alguns pontos são fundamentais na hora da escolha:
Formação e experiência: procure saber onde o profissional estudou, quais cursos ou escolas frequentou e há quanto tempo atua.
Estilo de trabalho: é normal nos identificarmos mais com determinados estilos e personalidades. Há terapeutas energéticos, acolhedores, objetivos, combinando outras técnicas terapêuticas, como a aromaterapia, terapia do som, dentre outros. Verifique qual estilo do profissional você se conecta mais.
Postura ética e empatia: um bom terapeuta acolhe a história e os sentimentos do/a cliente com respeito. Isso significa não julgar, não presumir, não impor opiniões pessoais e manter o foco no bem-estar de quem busca ajuda.
Confidencialidade e confiança: o profissional deve garantir um ambiente seguro, onde o/a cliente se sinta à vontade para se expressar com liberdade. Sua vulnerabilidade deve ser reconhecida e tratada com sensibilidade e integridade.
Um profissional de excelência atua como um co-piloto: é o/a cliente quem conduz sua própria jornada, enquanto o/a terapeuta acompanha ao lado, indicando caminhos, alertando sobre possíveis desvios e oferecendo perspectivas que ajudam a enxergar com mais clareza os desafios e possibilidades.
Em resumo: mais do que a escolha do profissional em si, o essencial é que você se sinta seguro/a e genuinamente conectado/a com quem irá acompanhá-lo/a. O papel de um bom terapeuta é estar a serviço do cliente, buscando compreender sua realidade a partir do seu ponto de vista e auxiliando na abertura de caminhos para que as respostas possam emergir.


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